Égua negra amaldiçoada. O pescoço termina num toco cru de onde jorra uma coluna de fogo que serve de cabeça. As ferraduras de ferro reluzem a cada passada — e o arreio ainda pinga da última cavalgada.
CAIPORA
Os chefes da mata
Cinco pactos quebrados. Cinco pesadelos que não conhecem perdão.
A cobra de fogo que vaga pelas queimadas. Seu rastro não ilumina: queima. Cada curva do corpo é uma trilha de cinzas, e quem olhar direto para a luz não enxerga mais nada.
Parente da Caipora. Protetor mais velho da mata, indiferente e letal. Os pés virados para trás deixam pegadas no sentido errado — e quando ele se agacha, a indiferença quebra.
Criança de fuligem, brasa e redemoinho. A carapuça vermelha corta o ar como uma faca. O cachimbo cospe fumaça suja. Não é fofo: é o menor dos chefes, e o mais rápido.
O invasor final. Baionetas consagradas em cada punho, cruz de ouro no peito e papéis de oração marcados a sangue. Ele "converteu" a floresta inteira uma vez. Agora é a vez da Caipora.
Timing é tudo.
Aperte Espaço no frame exato. Acerte o crítico. Esquive perfeito e contra-ataque. Cada erro custa sangue. Cada acerto, uma chance de sobreviver à mata.
- Combate por turnos + action command
- Roguelike procedural
- Horror folclórico brasileiro
A floresta não espera.
Jogue no navegador. Sem instalação. Sem perdão.